quinta-feira, 24 de julho de 2014

Se não é para doer
Então, por que dói?
Se não é de verdade
Por que se aproxima?
Se não é para viver
Por que lança sementes?
Por que, ao mesmo tempo
Silêncio e proximidade?
Eu sei que nada é certo
Sei que não há garantias
Em nada...
Não peço promessas
Não peço futuro
Mas quero o agora
Intenso e verdadeiro
Quero o agora sem pensar
Sem dor
Sem distância.

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