quarta-feira, 28 de novembro de 2007

El Silencio de Mi Sentir



Quisiera decir lo que siento cuando no estas, pero solo me responde el silencio, pero no quiero dejar que se pierda este sentir... por ti
En mi soledad... cada instante sin tenerte... es la agonía de mi ser....

En cada estrella te veo
...y te encuentro en cada anochecer que precede al alba...

Escucho el sonido de tu voz... en la fresca brisa de la playa,
y cuando el aire despeina mis cabellos, siento tus manos en ellos...
Cuando la luna sale a pasear con las estrellas y cuando ella se acopla con el sol durante el eclipse... te siento

Me olvido de una vida, para vivir mi otra vida que eres tu
Sintiendo la dulzura de tus labios
Y tu respiración en mi cuello... y se me olvida pensar porque siempre estás en mi...

Me tientas, me seduces y me conduces
Me paralizas... y me haces soñar... existo como el viento acariciando tu piel y soy el aire que respiras... y las caricias sin tocarte.

Amándote... pero sin poseerme...
Me besas... sin amarme
Pero me paseo por tus labios y te amo sin remedio...

Cubriré de pétalos tu piel, y en cada uno, un beso
Los suspiros del viento, son mis silencios y tan solo dos palabras: Te amo

O Champignon e a Jiló



Era uma vez você, um mocinho, o Alfa, e ela, uma mocinha, a Beta. Você é o tipo de cara mente aberta, come de tudo, cada dia um prato diferente, um restaurante diferente, adora experimentar pratos novos e entre tudo o que já comeu, ama de paixão macarrão com molho branco. Beta não. Beta é uma guria normalzinha, acostumada com a comidinha caseira, e tem uma preferência absurda por jiló, que você nem aprecia, e ela, por sua vez, não gosta de macarrão com molho branco. Conheceram-se, gostaram-se e começaram a namorar. Você pensa que precisa casar, ter filhos, a idade vai chegando e o homem tem que passar a comer em casa. Ela acha que tem que casar, ter filhos, idade chegando, melhor casar logo, cozinhar para o marido e tal. Numa dessas conversas de namorados, você descobre que ela não gosta do seu prato predileto, e você, como um bom namorado, não revela isso a ela. Torna-se um segredo seu, afinal, para que discutir sabores, ela gosta de jiló e você de macarrão com molho branco. Durante o namoro você continua almoçando fora, comendo seu macarrãozinho, na boa, sem estresse. Quando estão juntos, você come jiló e faz cara boa. Mas eis que chega o grande passo da vida, aquele que você enlaça a guria pela cintura e então vocês precisam dançar no mesmo compasso e ritmo. Você decide por isso, ela decide por isso, e vocês fazem. Porém ela não sabe do seu macarrão, ela acha que você também não gosta de macarrão, que nem come mais essa porcaria. Com o casamento, você passa a almoçar e jantar todos os dias em casa, com ela. Então você pensa: bom, nem vou mais comer macarrão, mas também, ta na hora mesmo de parar com isso, estou até enjoado de tanto macarrão com molho branco. E segue isso. você programa e segue. Algum tempo depois te dá uma vontadezinha de comer macarrão com molho branco, aí você se distrai com assado de jiló e a vontade passa. Mais algum tempo e começa a dar uma tremenda vontade de comer o tal macarrão. Você só pensa nele, com muito molho branco, e sente até o gosto em sua boca. Hmmm, que delícia. Os dias vão passando e a vontade vai aumentando, até que você tem a brilhante idéia de substituir o seu prato predileto por pão, que também é massa, com queijo, que também é derivado do leite. E você come pão com queijo aos quilos. Farta-se. Acha simplesmente delicioso e até pensa “hm, que macarrão com molho branco o quê, o negócio é pão com queijo, a sétima maravilha do mundo, como consegui viver até hoje sem isso..” O teu cérebro sendo enganado, o teu estômago também e a essas alturas do campeonato, até o jiló fica gostoso. Então está tudo bem nos almoços e jantares familiares. Porém um dia você cansa do pão com queijo e sente aquela necessidade urgente de comer macarrão. O desejo reprimido vem com toda a força e te enlouquece. Você anda nervoso pela casa, fecha a cara, fica pensativo, olha pro jiló e sonha com o macarrão com molho branco. Você começa a ficar com raiva da Bela porque ela só sabe fazer jiló. De tudo quanto é jeito, mas continua sendo jiló. E agora, ele está mais amargo que nunca. Que estranho né? O que poderá estar acontecendo? E você, continua sonhando com o macarrão, a tua lembrança do molho está mais vívida, sim, você lembra que tem champignon no molho, que ele é macio; que tem cebola picadinha e ela é crocantezinha; que o molho é feito com creme de leite, hmmmm, creme de leite, e, olha, tem mais uma coisinha que você está recordando, nossa, nem era tão aparente assim, mas agora, a noz moscada, aquela pitadinha, você consegue distinguir seu sabor na lembrança do prato desejado. O espagueti utilizado, tão fino, tão gostoso, com aquele molho perfeito em cima, nossa, de dar água na boca. Então você começa a arquitetar planos para comer o tal macarrão, reflete um pouco e se vê num beco sem saída, pois almoça e janta todos os dias segunda-terça-quarta-quinta-sexta-sábado-domingo com a esposinha, de janeiro a dezembro, de um a trinta e um. Resta-lhe então o café da manhã. Sim, por que não macarrão com molho branco no café da manhã? Há um restaurante perto do seu trabalho, eles hão de servir-lhe macarrão às oito da manhã, mesmo que você tenha que pagar mais caro, e se eles não puderem, existem muitos outros restaurantes na cidade e então ta decidido. Dia seguinte, você começa a matar seu desejo, você come avidamente o seu delicioso prato. Você sente-se muito bem, sente-se feliz demais e quer compartilhar sua felicidade com quem você ama. Mas você lembra que ela odeia esse macarrão, que ela não sabe que você adora, que você comeu escondido e teme a reação dela. Você não pode dividir seu prazer gastronômico com aquela pessoa com que você divide até a privada. Mas a felicidade é algo que não tem como não ser dividida com outras pessoas, a felicidade é um sentimento tão vasto que sua existência no seu rosto já é um convite à partilha. Você pensa um pouco e decide que irá falar com seu melhor amigo, aquele amigo que não irá te recriminar por isso, irá entender e vocês irão conversar sobre o quanto é gostoso macarrão com molho branco. Esse seu amigo adora a conversa e logo vai falando para você que abriu um restaurante novo que faz esse prato divinamente. Vocês praticamente trocam receitinhas sobre os molhos e você fica sabendo que gengibre, no lugar de noz moscada, também fica ótimo no molho branco e vocês também conversam sobre as texturas e diferentes espessuras da massa. O seu desejo aumenta e agora você tem um cúmplice. Um cara que vai te dar cobertura e vai te ajudar a encontrar os melhores pratos da cidade. Você chega em casa, olha para o jiló e sente raiva dele. Mas você chega em casa feliz e começa a rejeitar o jiló. Cada dia uma desculpa. A esposinha, toda preocupada, muda as receitas, incrementa o tempero, faz até doce de jiló, imagina isso, doce de jiló e mesmo assim você não empolga. Ela sente-se frustrada, pensa que “perdeu a mão” na cozinha, choraminga com a amiga. Ela percebe que apesar de não estar comendo jiló, apesar de estar alimentando-se menos em casa, você está aparentemente mais feliz e está até mais coradinho. É um desespero total, a esposinha sente culpa, não entende o que está acontecendo, começa a cozinhar aos quilos, faz de tudo e você, algumas vezes, para fazer com que ela sorria de vez em quando, come um pouquinho do preparado dela, dá um sorriso amarelo e pensa que está enganando alguém. No entanto você está enganando a você mesmo, porque ela percebe que algo errado está acontecendo, apenas não sabe o quê, e você sabe o quê, mas pensa que ela não percebe. E assim você vai levando a vida, tendo que comer macarrão com molho branco nas horas mais estranhas possíveis; não podendo partilhar esse prazer com ela, a tua companheira; se escondendo para que algumas pessoas não vejam e não saibam que você está de volta ao seu prato predileto; e ela, coitada, se matando internamente de dúvida, de medo, de angústia por pensar que ela está errando em algo. O tempo vai passando e vai acentuando as diferenças entre vocês, você começa a ver que ela, além de não gostar do seu prato predileto, também tem aversão à lasanha. Você sente raiva dela, afinal, por ela, você se privou por tanto tempo dessa gastronomia... e para que? Para comer jiló? Por favor, né? Mas a culpa é dela? Não é. A culpa é sua que evitou o conflito antes de casar; que pensou que poderia subestimar a si próprio e agüentar uma vida sem seu prato preferido; que julgou amá-la e quis preservar a relação a qualquer custo e não abriu a sua verdade para ela; a culpa é sua que pensou que ser inverdadeiro, mesmo que para proteger, era sinônimo de amor. Caro, amor é verdade. Quando você ama alguém, mesmo correndo o risco de perder essa pessoa, você deve ser verdadeiro com ela. Só podemos construir uma casa em cima de bases sólidas, senão um dia ela desmorona. Não resiste a ventos, tempestades, tremores e intempéries diversas. Assim é um relacionamento, precisa de bases sólidas para ser construído, para resistir ao tempo e às contingências da vida. Se você constrói um relacionamento em cima de verdades ocultas, em cima de meias-verdades, o que poderá acontecer quando essas coisas vierem à tona? Elas estremecerão o relacionamento, com o risco de ruir, parcial ou total. E quando ela souber que você anda comendo esse prato detestável ficará muito ofendida, magoada, sentindo-se ultrajada, enganada, passada para trás. Quer dizer que enquanto ela se desdobrava aqui com o jiló, criando mil receitas para lhe agradar, você andava fartando-se desse horrível e nojento macarrão com molho branco? E você nunca, nunca, nunca perguntou a ela porque ela não gosta desse prato, e ela vai dizer, entre gritos e soluços que ela odeia esse prato, do fundo da alma e do coração, porque quando era criança ela morou num internato que fazia esse macarrão três vezes na semana, e quando elas, as crianças não queriam comer, a madre empurrava goela abaixo essa comida nojenta, e que ela, quantas e quantas vezes, após o almoço foi ao banheiro e vomitou tudinho e depois disso caía na cama, febril e ainda com fome, sentindo ânsia só de pensar que dali a dois dias teria que comer essa porcaria de novo. E você come isso, escondido dela, e que ela também não gosta da lasanha porque a lasanha lembra o macarrão com molho branco, e só de sentir o cheiro parece que ela tem de novo dez anos de idade e está com a madre diante de si, empurrando-lhe mais uma colherada de macarrão goela abaixo. As acusações e mágoas começam, de parte a parte. Ela sentindo-se enganada, você achando que ela não está se esforçando para lhe entender. E eu te digo, nessa batalha, entre mortos e feridos, restarão apenas mortos.
E agora eu te pergunto: vale a pena dar esse passo, esse passo que tanto requer compasso e ritmo, o passo da construção que requer bases sólidas e pessoas inteiras, o passo que definirá toda a tua vida futura e vida de outra pessoa, dar esse passo assim, na incerteza dos sentimentos, na certeza de que você terá que continuar degustando macarrão com molho branco escondido, vale a pena fazer dessa forma? Vale a pena correr o risco de magoar profundamente a outra pessoa? Se eu fosse escolher hoje uma pessoa para minha vida, ela teria que gostar das mesmas coisas que eu, porque casamento é construção e partilha.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Não sei...


Não sei
Se a vida é curta ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo:
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira e pura enquanto durar.


Cora Coralina


terça-feira, 20 de novembro de 2007

Poison

Your cruel device
your blood like ice
one look could kill
my pain, your thrill

I wanna love you, but I better not touch (don't touch)
I wanna hold you, but my senses tell me to stop
I wanna kiss you, but I want it too much (too much)
I wanna taste you but your lips are venomous poison.
You're poison running through my veins,
You're poison...
I don't wanna break these chains.

Your mouth so hot
your web, I'm caught
your skin, so wet
black lace, on sweat

I hear you calling and it's needles and pins (and pins)
I wanna hurt you just to hear you screaming my name
Don't wanna touch you, but you're under my skin (deep in)
I wanna kiss you but your lips are venomous poison.
You're poison running through my veins,
You're Poison...
I don't wanna break these chains.
Poison....

One look (one look)
could kill (could kill)
my pain, your thrill

I wanna love you, but I better not touch (don't touch)
I wanna hold you, but my senses tell me to stop
I wanna kiss you, but I want it too much (too much)
I wanna taste you but your lips are venomous poison.
You're poison running through my veins,
You're poison...
I don't wanna break these chains.
Poison...

I wanna love you, but I better not touch (don't touch)
I wanna hold you, but my senses tell me to stop
I wanna kiss you, but I want it too much (too much)
I wanna taste you but your lips are venomous poison.
I don't wanna break these chains
Poison... (poison)
Running deep inside my veins...
Running deep inside my veins...
Poison... (poison)
I don't wanna break these chains
Poison...
Alice Cooper

domingo, 18 de novembro de 2007

Por favor...

Foto: Ana Borzan



Por favor não me analise,

Não fique procurando cada ponto fraco meu.

Se ninguém resiste a uma análise profunda

Quanto mais eu:

Ciumento, exigente, inseguro, carente,

Todo cheio de marcas que a vida deixou.

Vejo em cada grito de exigência

Um pedido de carência, um pedido de amor.

Amor é síntese!

É uma integração de dados,

Não há que tirar nem pôr.

Não me corte em fatias,

Ninguém consegue abraçar um pedaço.

Me envolva todo em seus braços,

E eu serei perfeito amor.



Mário Quintana

Separação


Desmontar a casa
e o amor. Despregar
os sentimentos das paredes e lençóis.
Recolher as cortinas
após a tempestade
das conversas.
O amor não resistiu
às balas, pragas, flores
e corpos de intermeio.
Empilhar livros, quadros,
discos e remorsos.
Esperar o infernal
juízo final do desamor.
Vizinhos se assustam de manhã
ante os destroços junto à porta:
-pareciam se amar tanto!
Houve um tempo:
uma casa de campo,
fotos em Veneza,
um tempo em que sorridente
o amor aglutinava festas e jantares.
Amou-se um certo modo de despir-se
de pentear-se.
Amou-se um sorriso e um certo
modo de botar a mesa. Amou-se
um certo modo de amar.
No entanto, o amor bate em retirada
com suas roupas amassadas, tropas de insultos
malas desesperadas, soluços embargados.
Faltou amor no amor?
Gastou-se o amor no amor?
Fartou-se o amor?
No quarto dos filhos
outra derrota à vista:
bonecos e brinquedos pendem
numa colagem de afetos natimortos.
O amor ruiu e tem pressa de ir embora
envergonhado.
Erguerá outra casa, o amor?
Escolherá objetos, morará na praia?
Viajará na neve e na neblina?
Tonto, perplexo, sem rumo
um corpo sai porta afora
com pedaços de passado na cabeça
e um impreciso futuro.
No peito o coração pesa
mais que uma mala de chumbo.

Affonso Romano Sant'anna

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Frisson



Meu coração pulou
Você chegou, me deixou assim
Com os pés fora do chão
Pensei: Que bom!
Parece, enfim, acordei
Pra renovar meu ser
Faltava mesmo chegar você
Assim, sem me avisar
Pra acelerar
Um coração que já bate pouco
De tanto procurar por outro
Anda cansado
Mas quando você está do lado
Fica louco de satisfação
Solidão nunca mais
Você caiu do céu
Um anjo lindo que apareceu
Com olhos de cristal
Me enfeitiçou
Eu nunca vi nada igual
De repente
Você surgiu na minha frente
Luz cintilante
Estrela em forma de gente
Invasora do planeta amor
Você me conquistou
Me olha, me toca
Me faz sentir
Que é hora, agora
Da gente ir

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Eu Sozinho...

Foto: Ana Borzan


Eu sozinho sou mais forte
minh'alma mais atrevida
não fujo nunca da vida
nem tenho medo da morte
Eu sozinho de verdade
encontro em mim minha essência
não faço caso de ausência
e nem me incomoda a saudade
Eu sozinho em estado bruto
sou força que principia
sou gerador de energia
de mim mesmo absoluto
Eu sozinho sou imenso
não meço nunca o meu passo
não penso nunca o que faço
e faço tudo o que penso
Eu sozinho sou a Esfinge
pousado no meio do deserto
que finge que sabe o que é certo
e sabe que é certo que finge
Eu sozinho sou sereno
e diante da imensidão
de toda essa solidão
o mundo fica pequeno
Eu sozinho em meu caminho
sou eu, sou todos, sou tudo
e isso sem ter contudo
jamais ficado sozinho
Paulo César Pinheiro

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Todas as Cartas...



Todas as cartas de amor são

Ridículas.

Não seriam cartas de amor se não fossem

Ridículas.


Também escrevi em meu tempo cartas de amor,

Como as outras,

Ridículas.


As cartas de amor, se há amor,

Têm de ser

Ridículas.


Mas, afinal,

Só as criaturas que nunca escreveram

Cartas de amor

É que são

Ridículas.


Quem me dera no tempo em que escrevia

Sem dar por isso

Cartas de amor

Ridículas.


A verdade é que hoje

As minhas memórias

Dessas cartas de amor

É que são

Ridículas.


(Todas as palavras esdrúxulas,

Como os sentimentos esdrúxulos,

São naturalmente

Ridículas.)


Fernando Pessoa

domingo, 11 de novembro de 2007

Cartão Postal


Pra que sofrer com despedida
Se quem parte não leva
Nem o sol, nem as trevas
E quem fica não se esquece tudo que sonhou
I know
Tudo é tão simples que cabe num cartão postal
E se a história é de amor
Não pode acabar mal
O adeus traz a esperança escondida
Pra que sofrer com despedida?
Se só vai quem chegou
E quem vem vai, vai partir
Você sofre, se lamenta
Depois vai dormir
Sabe
Alguém quando parte é por que outro alguém vai chegar
Num raio de lua, na esquina, no vento ou no mar
Pra que querer ensinar a vida?
Pra que sofrer?
Baby só vai quem chegou
E quem vem vai partir
Você sofre, se lamenta
Depois vai dormir
Sabe
Alguém quando parte é por que outro alguém vai chegar
Num raio de lua, na esquina, no vento ou no mar
Pra que querer ensinar a vida?
Pra que sofrer com despedida?


Cazuza

Falar é fácil...

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião. Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Carlos Drummond de Andrade

Blog é In

E então por quais cargas d'águas eu não teria um blog também?
Nem pensem que vou contar aqui minha vida, deixo isso para as fofoqueiras de plantão, estou criando o blog para manter um arquivo de poesias, que amo de paixão. Poesias e letras de músicas. Tudo o que eu encontrar por aí e eu gostar, colocarei aqui. Poesias, músicas, imagens. Estou pensando em criar um álbum de fotos também, quando o fizer, avisarei.

Ah, essas linhas são tão somente para iniciar o tal blog. Um abraço para todos que leram e lerão.